sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Sobre os Justos


Podes começar por saber
Que tudo aquilo que ludibria
Também traz salvação,
Por mais que se possa esconder a palavra
A mais meramente condição de ser mais ou menos certa.
Eu sei que ouço e repito constantemente o meu julgamento
E no jubilo constante ponho
O limite do ser de tão agora
Franco e leal.
Sabiamente vai ser celada a tua condição
De causa ocorrida
E livramento certo de tudo o que incomoda
Pela certeza do bem e da proteção que cinges
A perfeição de tua alma.
Filha(o) minha(meu) de tanto tempo
Atendida(o) em luz de criação divina
Estende a tua vida a crença da benignidade eterna
Em laços contentes do ser melhor a cada dia.
Dizes: do bem eu posso e nada me atinge, nem por um momento!


Ficas com teu Pastor na fé e na aliança.
Não temas!
Sê justo!
Olhes o cume do tempo na verdade onipresente.
Se crês, estas dizendo o que todo o bem disposto entende,
Diante daquilo que contempla.
Escondido,tendes a ser disperso nas sombras entediantes.


Salvo o clamor do tempo justo ao agora,
Denuncia perplexamente ao teu favor.
Sabes porem que a tua obra sobrepõe
O caminho daqueles a quem o bem e a faculdade do saber
Estão entre altos testemunhos.
Quando olhares para frente e veres o estio de tudo o que foi julgado,
Tentes empetrar o silencio ao passo que cada modo
Signifique o ser.
Aliança constante e imóvel
Alavancada no tempo,
Acima de todas as satisfações.

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