sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Sabedoria de Deus e a dos Homens.





Sabedoria, presente divino
Preservado e guardado
Dentro de inúmeras coisas
Que lhe parecem achados
Neste momento.
Partem, pois jazidas de angustia e remorso,
E feridas por tuas lagrimas.
Pobres daqueles que consomem infinitamente
As coisas que supõem saber
Mas não dominam o caos das suas vidas.
Estes perderam-se na chama quente da labareda,
Do arfar severo de gruas.
E tão pobre edificas o externar da maravilhosa criação.
Tem se dado ao acaso da contradição?
Partilhando passos escaldados e descalços
Fornecendo danos e imoralidades,
Receando, omitindo.
Agindo em causas não recomendáveis.

É o divino alvorecer, que em questão.
Inunda o vasto elemento medidor de fatos.
E como fica a vida da candeia
Que geme aflita em percalço,
Sutil ao céu,
Ao alcance de tudo o que tinge de breu
Ao céu cinzento?
Escondendo o favo do torpor incandescente da tua piedade?
Profetizando ao leme por algo que não alcanças,
E desfaz rubias sensações alardeantes
E como são cansadas as inúmeras formas e contradições ineficazes.

Pensamentos são obras
Que se põem na mente daqueles
Que podem fazer das vontades tudo o que imaginam,
Sofregar desesperadamente por perdas
Não sendo dessa forma cautelosos
Podem destruir sua missão.

A causa de mais um onipotente passo de realização,
Conivente com o sentido de poder ser livre
E expiar tudo o que sufoca.
Sou ser de luz que traz mensagem
E que busca no momento o certo e favorável.

Saiba esperar enquanto em vida permanece
E semeia à Terra tua condição.
Presenteia a todos com a palavra que sabes profetizar.
O dom e a minha satisfação de ser
Guia justo e conciliador
De todas as forças importantes do Universo.
Tenhas condutas inestimáveis de amor e salvação
Fazes de todo o bem que podes,
Por unir assim o Céu e a Terra.


(mensagem de um Anjo chamado Ismaél)

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