segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

SOS ANIMAIS - Olhares sobre a verdade!


Tutela jurídica dos animais - Cap V

CRIMES CONTRA OS ANIMAIS:

No Brasil e em todo o mundo, milhões de animais são agredidos pelo homem. O homem primitivo agredia o animal pela caça ou para se defender. Hoje, as formas de crueldade foram se tornando cada vez mais requintadas, com a ajuda da tecnologia e da ciência, e com a complacência das religiões.

Milhares de animais são fraudulentamente torturados em laboratórios, onde são submetidos a todo tipo de constrangimento físico e psicológico para testes de armas, cosméticos, pesticidas, drogas, medicamentos, eletrochoques e todo tipo de privação e castigo, para estudos comportamentais.

Milhares de animais são condenados à prisão perpétua em circos e zoológicos, sendo forçados a executar números incompatíveis com sua natureza biológica.

Milhares de pássaros e animais silvestres são capturados em seu país de origem e privados de sua liberdade, com a única finalidade de lucro.

Milhares de animais são caçados, mortos ou feridos, sofrendo e morrendo lentamente, presos em armadilhas ou atingidos pela arma do homem, com sede, fome, dor e gangrena, nas florestas.

Milhões de animais domésticos e silvestres são criados em sistemas de confinamento, sem nunca ver a luz do sol, exceto no dia de sua morte, quando o homem utilizará sua carne ou sua pele.

Milhões de animais são transportados para longas distâncias em comboios e gaiolas superlotadas, mal ventiladas, vivendo o dia-a-dia do stress, da fome, do medo e da morte.

Milhões de animais são abatidos, sangrados e carneados todos os dias para consumo inteiramente conscientes por métodos brutais. Os cavalos tem seus pés serrados para a carne perder o odor com a sudorese provocada pela dor, e depois são abatidos.

Milhões de animais morrem em lutas sangrentas, como a briga de galos, de canário, e de cães, ou são torturados em rodeios, vaquejadas e outros eventos apenas para a diversão do homem.

A Farra do Boi é uma das maiores atrocidades cometidas contra os animais no Brasil. Causou uma comoção nacional, mobilizou a imprensa, foi tema de várias teses de mestrado em diferentes disciplinas, e até hoje constituiu um problema social e jurídico de grande monta.
Munidos de paus, pedras, açoites e facas, participam da farra homens, mulheres, velhos e crianças. Assim que o boi é solto, a multidão o persegue e o agride incessantemente. O primeiro alvo são os chifres, quebrados a pauladas. Em seguida, os olhos são perfurados. A tortura só termina quando o animal, horas depois, já com vários ossos quebrados, não tem mais forças para correr às cegas, sendo definitivamente abatido e carneado para um churrasco.

TOURADAS NA ESPANHA:
Antes da corrida, o boi é preparado da seguinte forma: são colocados tufos de papel molhado em seus ouvidos, seus chifres são cortados, para que se desoriente, vaselina é colocada em seus olhos, para nublar sua visão, chumaços de algodão são colocados em suas narinas, para obstruir sua respiração, soluções irritantes são passadas em suas pernas para que cambaleie, agulhas são inseridas em seus órgãos genitais. Seus chifres são lixados, para que fique mais indefeso. Depois de drogado, é confinado em cubículo escuro, o chiquero; com o intuito de lhe incutir terror. Fortes laxativos são-lhe ministrados na véspera, para que enfraqueça e sacos de areia são colocados na altura dos rins.
É assim que se prepara um touro para a brava luta.

Os cavalos também sofrem preparação. Suas cordas vocais são cortadas, seus ouvidos tampados com chumaços de papel molhado e seus olhos são vendados.

As novilhadas — Na Espanha são realizadas as touradas cômicas, em que anões e palhaços substituem os matadores e bezerros entram no lugar do touro. Os bebês sofrem uma morte prolongada e agonizante. Em alguns eventos chimpanzés são vestidos como matadores. Este é um dos mais deprimentes espetáculos da Terra.

Crueldade na produção de soro e o caso do cavalo 814

Em 1990, o Jornal do Brasil noticiou a triste e comovente história de um cavalo do Instituto Butantã usado para a fabricação de soro. Como todos os outros, ele não tinha um nome, mas apenas um número: 814.

A história de 814 chocou tanto a opinião pública que o jornal recebeu centenas de cartas, e o assunto mereceu uma série de reportagens e inúmeras providências dos ecologistas, chegando até mesmo ao Conselho Regional de Medicina Veterinária.

Quando o 814 foi descoberto, já estava sendo utilizado pelo Instituto Butantã há quatorze anos para a produção de soro contra veneno de animais peçonhentos.

A vida média desses animais nos institutos para fabricação de soro é de 4 a 5 anos, mas 814 resistiu bem mais que isso, não se sabe como. Suas costas sangravam continuamente, já havia perdido um olho, sofria terríveis cólicas de fígado e, mesmo assim, era envenenado e sangrado, como todos os outros.
Entretanto, no dia 22 de março, estranhamente, o Instituto divulgou a morte de 814 e mais dois animais, diagnosticando “um adiantado estado degenerativo.” Com a morte de 814 era esperado o silêncio, mas 814 será sempre um símbolo da maldade humana.

O processo de fabricação de soros consiste em se injetar veneno de cobra, escorpião ou aranha nos cavalos, para a reprodução de anticorpos. O impacto do veneno é tão forte que ele precisa ser recebido em três dosagens. Os cavalos são amarrados em um tronco, sem chance de defesa, e recebem em dias alternados as doses do veneno. Cheios de dor, arrastam-se até o cercadão, onde descansam alguns dias e voltam ao tronco para serem sangrados. Alguns dias de descanso e recomeça o martírio, que só termina com a morte do animal.
Vislumbra-se, num futuro talvez longínquo, a substituição da soroterapia pela quimioterapia na cura de envenenamento por animais peçonhentos.

(Fonte http://www.sosanimalmg.com.br
Página criada por
Túlio Andrade da Costa Nogueira
http://www.tuliowd.net/

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