quarta-feira, 1 de abril de 2009

PHÊNIX

Uma "ave fabulosa, do tamanho de uma águia, que, depois de uma longa vida, consumia-se a si própria através do fogo e renascia de suas próprias cinzas. É o símbolo da ressurreição na Eternidade, na qual a Noite segue-se ao Dia e o Dia à Noite; alusão aos ciclos periódicos da ressurreição cósmica e reencarnação humana.A Fênix vive mil anos, em cujo término, acendendo um fogo flamejante, consome-se a si própria. Após renascer de suas próprias cinzas, vive outros mil anos, e assim até sete vezes sete. ‘Sete vezes sete’ ou quarenta e nove constituem uma alegoria transparente e uma alusão aos quarenta e nove Manus, às sete Rondas, e às sete vezes sete ciclos humanos em cada Ronda verificada em cada Globo".A Fênix é, assim, um símbolo para toda forma de vida, que igual à ave mitológica, tem um princípio e um fim, para depois recomeçar e terminar novamente, sucessivas vezes; isso acontece para os eons que duram as vidas de galáxias e universos, da mesma forma que para a efêmera existência de homems, animais, plantas... Podemos, ainda, verificar essa idéia de começo, fim e recomeço dentro da vida de homens, nações, planetas, etc., ao percebermos os vários ciclos que todos cumprimos, tais como, períodos de dificuldades, em que após se chegar a situações extremas, consegue-se "renascer" para uma nova fase, mais feliz.O Mito da Fênix encontra ressonância na Alquimia, em sua etapa denominada Calcinatio ou Calcinação, quando a matéria-prima com que o alquimista está trabalhando chega ao seu ponto máximo de putrefação, e, aparentemente, não teria mais utilidade; nessa fase a matéria-prima é queimada, ou calcinada, ou ainda, sacrificada, e com suas cinzas a opus alquímica entra em uma nova etapa; assim, também o ser humano, após intenso sofrimento, equivalente a uma calcinação, parte para uma nova etapa de sua vida em que não precisará mais repetir os enganos já vividos

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